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"Se" ou "Quando": A hora certa de adotar o Digital Signage na sua comunicação.

Atualizado: 30 de Jan de 2019

No tempo dinâmico e digitalizado em que vivemos, substituir cartazes por monitores de Digital Signage deixou de ser uma “opção”. Tornou-se uma regra para quase todos os segmentos empresariais. Ou seja, não se trata mais de “SE”, mas sim “QUANDO” a comunicação analógica vai transitar para as modernas telas digitais.


Os benefícios da comunicação tela-à-tela são gritantes e praticamente todos os segmentos já descobriram as suas vantagens: alta capacidade de impacto, dinamismo, agilidade, eliminação de papéis, versatilidade... E a empresa que não se atualiza, como é sabido, enrijece, envelhece e morre.


Mas como ter a percepção do timing, ou seja, como ter o controle e a perspicácia sobre o momento mais propício para colocar em prática essa substituição? Quando, exatamente, é o momento certo para transferir a comunicação analógica para o digital? Ou, em palavras mais diretas, como eu “fecho essa conta”?


Bom, no meu entender, agora entram as questões do seu feeling, o seu segmento de atuação e do retorno que você espera obter dando um upgrade na sua comunicação. As contas são obviamente importantes, mas nem tudo pode ser reduzido à matemática.


Se o seu negócio, por exemplo, é uma franquia de alimentação situada numa praça de shopping, é provável que a maioria dos seus vizinhos já tenha digitalizado a sua comunicação. Os menus, os pratos, os descontos e os preços já estão se movimentando em vídeos que mostram alimentos convidativos e saborosos... A fumaça quente saindo do prato elegantemente trabalhada em um estúdio fotográfico impacta e aguça a sensação de fome dos transeuntes.


Então, não há mais tempo a perder. A não ser que a sua marca tenha por projeto manter um visual extremamente rústico, é hora de mudar. Estar desatualizado entre seus pares irá tornar o seu ponto inadequado e em forte desvantagem competitiva. Será necessário concorrer com as mesmas armas para mostrar que você ainda está vivo!


E mais: comece a se preparar para um futuro em que você não apenas terá a sua comunicação por telas, mas também um avatar que vai chamar o cliente pelo nome por meio de um software de reconhecimento facial e lhe propor:


- Bom dia, seu Fernando. Hoje, o senhor tem direito a 20% de desconto. Quer pedir o seu prato predileto?


Na área do Varejo, o mais importante é que a sua comunicação capture a atenção do cliente. Ver o cliente passar distraído em frente à sua loja é o pior que pode acontecer a um negociante. Esse cliente precisa colocar os pés dentro do seu espaço de vendas para que você tenha a oportunidade de apresentar aquele produto irá “balançar” o seu coração com força o suficiente para que ele coloque as mãos no bolso.


Capturar a atenção é a chave mágica que irá abrir as portas das vendas. E se a sua comunicação ainda é analógica, lembre-se de que os novos consumidores da Geração Z – nascidos no fim da década de 90 até 2010 - cresceram interagindo com tablets, smart tvs e jogos online. Esse consumidor está muito mais acostumado com uma peça digital do Instagram do que com um anúncio em papel-jornal.


Sabemos que o brilho e o movimento são elementos que capturam quase que instantaneamente a atenção das pessoas. É instintivo. Portanto, quando fizer a sua conta para saber se vale a pena trocar o cartaz analógico por um écran digital, lembre-se de que o poder de atração será multiplicado por 10, 15, ou sabe-se lá quantas vezes.


Há o caso dos supermercados. Dentro de um supermercado, a publicidade é negociada com os fornecedores dos produtos. Paga-se por ela. Nesse caso, também não há muito o que pensar. Um cartaz é um cartaz. Exibe apenas uma mensagem. No caso de uma tela, é possível colocar vários anunciantes dentro do mesmo espaço publicitário. Ou seja, o “espaço publicitário” usado pelo supermercado não faz parte do centro de despesas, mas do centro de receitas. É bastante provável que esse investimento em telas digitais traga retorno do investimento num curto espaço de tempo.


E quanto à comunicação corporativa, ou seja, usar telas para disseminar a cultura interna de uma empresa? Nesse caso, o valor é do investimento está atrelado ao que a empresa quer transmitir para os seus funcionários. O que “vendemos” é a própria imagem da empresa. Quais são os valores que se pretende transmitir à equipe?

- Dinamismo? Vitalidade? Modernidade?


Não consigo imaginar uma empresa como a Google colocando recados de papel num mural de cortiça. Nem passando memorando de papel, como se fazia na era pré-email. A principal questão aí é a CULTURA DA EMPRESA. Qual cultura pretendemos criar? Que ambiente queremos criar para engajar nossos colaboradores? Qual é a idade média da nossa equipe?


Como essa conta normalmente sai do departamento de Comunicação, mas o projeto interessa também a outras áreas tais como RH, Segurança, ou Vendas, minha sugestão é partir para a “economia compartilhada” e elaborar uma métrica em que cada departamento contribui de forma equivalente ao uso. Me parece justo e muitas empresas já tem feito isso. RH está usando 50% do tempo da TV, paga 50% do valor do projeto. Segurança usa apenas 10%, paga apenas por 10%. Não esqueçam de chamar a Administração para pagar as contas, que normalmente é a área com o bolso mais largo (risos).


É isso. Perguntas sobre o tema podem ser enviadas para antonio@sintonia.com.br. Se você não quer seu nome exposto, nem o de sua empresa, sinalize isso em sua mensagem. Até a próxima!

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